E se São Paulo se separar do Brasil…

revolucao de 32E o pessoal da direita mostrou as caras (raivosas) nessas eleições. Municiados pela mídia se viram de repente como protagonistas de um mundo que há muito pensávamos esquecido.

Do ódio escancarado. Da agressão verbal chula. Da ameaça física. Derrotados nas urnas partiram para propostas exóticas e esdrúxulas.

Clamam. Choram. Pedem o impeachment da presidenta. A intervenção militar. Ou a separação de São Paulo do Brasil.

Na recente história do país já tivemos a intervenção, com o golpe de 64, e o impeachment, com o ex-presidente Collor.

Falta, portanto a separação de um estado.

Então façamos um exercício de imaginação…

Finalmente os reacionários conseguiram o que queriam: São Paulo não faz mais parte do Brasil. É outro país.

Motivo da saída da federação: os paulistas odeiam os esquerdistas. Não querem viver sob o governo do PT. Os verdadeiros paulistas tem asco do PT e de qualquer outro partido comunista. Só os paulistas são informados, inteligentes, perspicazes, altos e lindos.

Sua bandeira é: fora o Luladilmapetismo de São Paulo. Quem acha que este partido é bom que vá viver no Brasil, aqui não.

Seus principais líderes: Coronel Telhada, Marcos Feliciano, Aloysio Nunes, Rodrigo Constantino, Reinaldo Azevedo, Arnaldo Jabor entre outras sumidades.

Principais providências.

Primeiro. Identificar quem no estado votou na Dilma. Para se chegar a 100% dessa tarefa será permitido o uso de qualquer meio. Denúncia. Confissão. Tortura. Não havendo necessidade de provas num primeiro momento. E no segundo também não.

De posse desses relação terá início uma limpeza em regra no novo país.

Os antigos cidadãos brasileiros, simpatizantes dessa gentalha, terão que usar uma estrela vermelha no peito. E suas casas, móveis e utensílios também serão obrigatoriamente em vermelho. Objetivo é não permitir a mistura com gente de bom grado.

A eles serão dadas duas opções: ou se mandam para o Brasil, por conta própria, abrindo mão de seus bens ou terão que participar de cursos de reeducação em instituições criadas exclusivamente para esse fim. Todos ficarão isolados das pessoas de bem.

Ao completar o curso serão submetidos a trabalhos nas fábricas, bancos, lojas e etc.. Num primeiro momento sem receber salário. E no segundo também.

Quando finalmente admitirem que estavam redondamente enganados em apoiar o PT, aceitarem as diretrizes do governo provisório-permanente de São Paulo como verdades absolutas e após avaliação psiquiátrica serão perdoados. Receberão então, uma nova identidade. Com outros nomes e sobrenomes. A cerimonia do juramento de lealdade será realizada no estádio do Pacaembu. Como nos velhos tempos.

Segundo. Proibido a criação de sindicatos ou quaisquer outras agremiações de trabalhadores. Greve?! Nem pensar, será considerado crime de alta traição.

Terceiro. Num primeiro momento só haverá um partido. E no segundo também.

Quarto. Fica eleito presidente de São Paulo o coronel Telhada. Este permanecerá no cargo até a estabilização política e a completa eliminação do perigo comunista/bolivariano.

Quinto. A obediência cega às decisões do partido único será obrigatória, pois sempre haverá o perigo da infiltração lulodilmapetismo no país. E sabemos, o custo da liberdade é a eterna vigilância. Mas isto será apenas num primeiro momento. E no segundo também.

Sexto. É proibido falar com sotaque nordestino. Exceção feita se for para menosprezá-los.

Sétimo. É compulsório o uso de pelo menos uma palavra da língua inglesa em cada frase.

Oitavo. Ao amanhecer todos terão que cantar o hino nacional paulista voltados para o quartel da Rota.

Nono. Marco Antônio Villa ficará responsável por avaliar se algum filme, livro, programa infantil, fotonovela ou congêneres trazem no seu cerne alguma mensagem subliminar da propaganda do Lulodilmapetismo.

E por aí vai. Mas chega dessa lucubração. Paro neste item. Não tenho estomago para continuar criando esse estado fascista. Totalitário. Estúpido. Dirigidos por estúpidos.

Mas, se algum leitor desejar continuar exercitando a imaginação é só postar no comentário.

Não se esqueçam, estamos falando de um universo de 8 milhões de eleitores de Dilma, só em São Paulo. É gente pra caramba.

Obs.: qualquer semelhança com outro país ou fato histórico não é mera coincidência.

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