Evento gratuito desmistifica os distúrbios de aprendizagem.

Artigo extraído do Jornal do Brasil.

 

Congresso acontece entre os dias 30 de novembro e 4 de dezembro

Combater preconceitos e discriminação, além de definir que tipo de apoio as crianças e adolescentes devem ser submetidos no ambiente familiar e na escola. Esse é o intuito do primeiro Congresso Nacional Online sobre Dificuldades e Distúrbios de Aprendizagem, que acontece entre os dias 30 de novembro e 4 de dezembro. Totalmente gratuito e online, o evento irá promover diversas palestras com importantes especialistas do Brasil e do exterior.

O programa tem como objetivo apresentar o que existe de mais atual nas Neurociências, com fundamentação científica numa linguagem simples e com aplicabilidade prática
O programa tem como objetivo apresentar o que existe de mais atual nas Neurociências, com fundamentação científica numa linguagem simples e com aplicabilidade prática

 O programa tem como objetivo apresentar o que existe de mais atual nas Neurociências, com fundamentação científica numa linguagem simples e com aplicabilidade prática. Segundo o idealizador e neuropediatra Dr. Clay Brites, o projeto nasceu da necessidade de auxiliar familiares, professores, psicólogos, fonoaudiólogos, psicopedagogos, terapeutas ocupacionais, médicos e demais interessados na compreensão sobre transtornos de aprendizagem e comportamento. “Pretendemos compartilhar informações valiosas para impactar as áreas da saúde e educação e unir especialistas do Brasil e do exterior”

O assunto é de suma importância, pois a falta de um diagnóstico correto, por exemplo, pode levar crianças e adolescentes com doenças médicas e dificuldades severas de aprendizagem à ignorância ou à negligência destes problemas – alerta Brites. Para o Dr. Clay, uma análise equivocada pode provocar preconceito, discriminação, “rótulo” e autoimagem depreciada pela própria criança. “Dessa forma, com o ambiente familiar e escolar deteriorado, o jovem fica exposto injustamente e precocemente a um risco de reprovação, delinquência, evasão escolar e bullying”, alerta.

Por esse motivo, é preciso possibilitar que conhecimento científico comprovado com aplicabilidade prática fique disponível para todos. Temos muitos profissionais no Brasil fazendo inúmeras pesquisas em diversas universidades que não estão sendo aproveitados. E são pesquisas de ponta. E o congresso irá levar o que tem de mais atual na área de comportamento, desenvolvimento e aprendizagem da infância e adolescência – ressalta.

Ao todo, serão 25 conferencistas. Para participar, basta entrar no site (http://www.congressoneurosaber.com.br/) e se cadastrar. O programa irá falar, entre outros assuntos, sobre diagnósticos de distúrbios de aprendizagem, dislexia, reabilitação neuropsicológica, atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, automutilação na infância e adolescência, as fases do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), Discalculia, Disgrafia, Transtorno Opositivo Desafiador e inclusão escolar.

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