Editorias maldosos do Estadão contra forças progressistas vem de décadas.

Quando não se tem argumentos sólidos usa-se de artifícios para desmerecer o outro.

O golpista jornal Estadão, em editorial da semana passada, criticou Dilma Rousseff por seus pronunciamentos em seu giro pela Europa.

Escreve: Não satisfeita com o desastre causado ao País pelos seus cinco anos de governo cujos efeitos daninhos são ainda sentidos diariamente pelos brasileiros , a ex-presidente Dilma Rousseff dedica-se agora, assim fazem crer suas ações e palavras, a envergonhar o Brasil mundo afora.”

Quanto mais o tempo passa mais em descrédito cai a mídia golpista.

Sabemos que desde o primeiro momento o segundo governo da presidenta foi boicotado.

Aécio Neves o chato, o mineirim, o tarja preta e delatado inúmeras vezes na Lava Jato afirmou logo após saber da derrota que iria boicotar o governo até ele ficasse paralisado.

Muitos duvidaram dessas palavras. Mas passado o tempo vê-se que foi verdade.

A presidenta não consegui governar um só dia. As pautas bombas impediram. O congresso impediu. Eduardo Cunha, gangster de alta periculosidade, era o presidente da câmara dos deputados, Renan, do senado. Michel Temer traidor/golpista, seu vice. A porca da Globo criando e alimentando o ódio destruiu em parte a imagem da Dilma.

Cercado por estes lixos humanos sofreu o golpe de estado estúpido e fraudulento.

E desavergonhadamente o editorial afirma que ela é que envergonha o Brasil.

Quem envergonha o Brasil lá fora são vocês golpistas.

Os europeus estão a par do que se passou por aqui. A canalhice que fizeram.

Sabem que uma quadrilha deu o golpe e se apoderou do poder para roubar o dinheiro do país. Estão se locupletando, entregando aos estrangeiros a riqueza da nação. O retrocesso está estampado.

Eles conhecem a imprensa que temos. Manipuladora, mentirosa, parcial, inescrupulosa e golpista.

Continuando.“É conhecida sua dificuldade para se expressar na língua portuguesa. Como bem sabem os brasileiros, a beligerância de Dilma Rousseff com o idioma pátrio não exige condições especiais, podendo ocorrer até mesmo em casos de comentários triviais ou argumentos despidos de qualquer complexidade. Ela facilmente se embaralha com palavras e pensamentos, o que muitas vezes deu a eventos oficiais no Palácio do Planalto contornos de show humorístico.

Pois bem, essa mesma Dilma Rousseff, que já tanto maltrata a língua portuguesa, achou que podia, em sua viagem à Europa, dialogar em francês. O programa de televisão no qual a ex-presidente teve a ousadia de usar a língua de Victor Hugo é de incomum constrangimento, com alguns apresentadores em sérias dificuldades para manterem a compostura diante de tamanha agressão ao idioma francês. “

Como disse no início, na falta de argumentos densos apelam para baixaria.

Por covardia, agridem-na de modo torpe. Só faltaram chamá-la de analfabeta. Não sei quem realmente escreveu este texto, mas essa conversinha de “beligerância com o idioma português” é digno de frequentar o boteco da esquina, após muita cerveja e porções de salame falamos asneiras desse calibre.

E do francês da Dilma? A que o sabujo se refere como a “língua de Victor Hugo”, ninguém fala nada dessa muleta horrível? que chavão nojento!

Será que o pulha sabe francês? Ele não sei, mas a grande maioria que deu risada e concordou não sabe. Riram porque mandaram. Apenas isso!

Os Mesquitas há décadas usam desse expediente quando não têm como fazer um contraponto à altura. Pois, são conservadores, preconceituosos, racistas, homofóbicos e misóginos.

Para lastrear o que escrevo reproduzo trechos da reportagem publicada no Estado de S. Paulo do dia 13 de fevereiro de 1946 a respeito do discurso do deputado Claudino:

Matéria: “Um deputado comunista, o sr. Claudino José da Silva, que leu mal o discurso que, infelizmente, não foi escrito por ele… lia impertubavelmente, atrapalhava-se na leitura, cometia silabadas a todo instante… o orador comunista, um autentico popular e crioulo, cumpriu o seu dever partidário até o fim, apesar dos seus tropeços de leitura, cujo texto era rebarbativo, mesmo para letrados, tal o jargão a que estava escrito.” extrapido do livro “Marighella, o guerrilheiro que incendiou o mundo”, de Mário Magalhães, pag. 167

Perceberam que essa história de “fofocar” dos outros vem de décadas.

Agora de quem é o artigo rebarbativo e cheio de jargões?

Língua de Victor Hugo”. Que saudades dos tempos do antigo ginásio!

 

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