Comandantes do Exército brasileiro, qual a lógica da condecoração de Luciano Huck?

Condecorar Sérgio Moro é um descalabro, mas vá lá! Há como justificar.

Apesar da parcialidade do magistrado, dos vazamentos seletivos, da proteção que oferece aos tucanos e ao traidor Michel Temer. A perseguição ao Lula e ao PT, ele, sem querer, expôs a relação promíscua entre grandes empresários e o mundo da política. Este lado foi bom

Agora, condecorar Luciano Huck existe explicação?

O que esse apresentador de auditório fez pelo país? Deu casa? Reformou comércios, carro? Soletrou?

“Deu”, entre aspas. Para o apresentador da Globo nada é de graça!

Cada ganhador teve que fazer provas ridículas, que expunham os participantes ao ridículo. Emoção barata!

Todos esses quadros tinham patrocinadores. Pagaram para estar lá. Ele mesmo não tirou um tostão do bolso. Pelo contrário, entrou muito din-din na algibeira do bom moço.

Que de bom, convenhamos, não tem nada! A ganância pelo dinheiro e poder salta aos olhos de quem o assisti.

Caros comandantes! Vocês condecoraram um cara que em 2014 queria agenciar mulheres brasileiras para os gringos que vieram acompanhar a copa do mundo. Lembram-se desse caso?

Uma pergunta: qual o nome que os senhores dão às pessoas quem vivem de explorar sexualmente corpos alheios? Não sabem?Na minha terra o cara recebe nome de Cafetão.

E só não levou adiante o projeto porque a gritaria contra a cafajestice foi geral.

Outra. “Em 2011, a juíza da 1ª Vara Federal de Angra dos Reis, Maria de Lourdes Coutinho Tavares, condenou o apresentador Luciano Huck a pagar R$ 40 mil por cercar com boias e redes a faixa costeira ao longo de sua mansão na Ilha das Palmeiras, em Angra dos Reis, litoral sul do Rio de Janeiro, sem autorização ambiental. O global alegou apenas que o fizera “sob o propósito de exercício futuro de atividade de maricultura”. Fonte RBA.

Na sentença, a juíza alegou que “a motivação da colocação do cerco é outra que não a atividade de criar mariscos, ou seja, a maricultura seria um pretexto para legitimar a pretensão não acolhida pela lei, de apoderamento de bem de uso comum do povo”. Traduzindo: o apresentador queria transformar uma praia pública em particular.

Luciano recorreu da multa, não sobre o embuste. 6 anos se passaram e ele foi novamente condenado. Terá que pagar os “quarentinha”.

E perdeu porque os procuradores perceberam que a recorrência era apenas fruto do inconformismo do animador.

Na cabecinha dele onde já se viu um global perder uma causa! “Eu trabalho na globo, tá legal!”, diria Bozó, personagem de Chico Anísio.

“Em junho de 2009, o ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB/RJ) liberou as regras para construções em áreas de preservação ambiental em Angra e outras regiões do estado. O decreto, de número 41.921, ficou conhecido como “Lei Luciano Huck”, porque teria sido feito para beneficiar o apresentador da Globo”. O grifo é meu. Fonte RBA.

Não acredito que os senhores deram a mais alta honraria para um sujeito desses! Beneficiado por um corrupto notório e atualmente preso, Sérgio Cabral.

Minha incredulidade é tanta, que me permite especular sobre os reais motivos.

O animador de auditório deseja disputar as eleições para presidente, certo? A Globo cansou de intermediários.

Então a emissora convocou os nobres comandantes para uma reunião, e “sugeriu” que a honraria cairia como uma luva nas pretensões da Vênus Platinada, ou seja, a de ter um empregado governando o país. Pedido sugerido, pedido aceito! Afinal, globo é a globo.

Foi isso, não foi?

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