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Masculino, 53 anos casado

A comissão de ética do senado acaba de arquivar o processo contra o Aécio Neves.

A comissão de ética, veja bem, a comissão de ÉTICA! do senado acaba de arquivar o processo contra o Aécio Neves. Motivo? Não há motivo para abertura do processo, segundo o presidente da comissão, João Alberto Souza do PMDB. Sarneyzista de carteirinha. Por aí se vê a qualidade do indivíduo.

Palavras do senador: “Decidi arquivar porque não achei elementos convincentes para processar o senador.”

“Me parece que fizeram uma grande armação contra o senador Aécio. Fizeram com que ele entrasse naquilo, inclusive, de acordo com a Polícia Federal. Eu não vejo motivo, não me convence, pedir cassação de um senador eleito por milhões de votos em função de uma armação feita com o senador.”

É um desaforo. Quem em sã consciência acredita no que esse cara fala?  Desculpas medíocres, esfarrapadas.

Evidentemente que a postura do parlamentar esta condizente com o acordo PSDB-PMDB. Blindem o Aécio e nós continuamos a apoiar o governo Temer.

Vamos falar sério pessoal.

Como acreditar que com um congresso composto por pessoas estúpidas, corruptas, com QI de amebas, com senadores e deputados caras-de-pau vão aprovar a PEC das Diretas Já?

Se você ainda acha que a força do povo pode reverter a postura de bandidos, então, você encontrou a solução para o tráfico de drogas. Não precisa tiros, caveirões, forças especiais, patrulhamento na fronteira.  Não precisa nada disso, basta protestar em frente à casa dos traficantes, e gritar ” chega de drogas” e aí o seus “Fernandinhos Beira-Mares”, condoídos, pararão com a venda de entorpecentes.

Não existe a mínima possibilidade do congresso e do traidor/golpista/ladrão Michel Temer chamarem por diretas. A não ser que a vitória dos representantes da criminalidade seja líquida e certa. Mas para isso terão que calar o Lula, fraudar as urnas, manipular os resultados, a Globo ativar o cérebro dos coxinhas e por aí vai.

Pra que complicar, se podem facilitar, não é mesmo?

STF, dia 21 teve protesto aí em frente. Os manifestantes gritaram pela democracia, pela anulação do impeachment e pela volta da Dilma ao poder. Ou vocês dão um ponto final nesta patifaria ou assinem o golpe e se locupletam com os marginais. A escolha é de vocês, senhores ministros.

Agora, faço um apelo aos grandes líderes: basta de embromação ou bom-mocismo. Chegou a hora de tomarem vergonha-na-cara. Chegou o momento de darem o braço-a-torcer e se juntarem ao movimento que pede anulação do golpe e exigir postura das autoridades.

Entretanto, se mesmo assim a justiça, um dos três poderes da república, não se sensibilizar e o golpe não for anulado nos resta o uso da força. Da desobediência civil. Ou podemos tomar rivotril.

Gente, vamos por um milhão, dois milhões de brasileiros na frente do STF e exigir, por meios legais, a volta da normalidade democrática. Se não der certo, então invadamos o congresso, o planalto e retiremos os criminosos à chute e a pontapés. Que opção temos diante desses descalabros? Bandido derrotado vira cachorrinho.

Manifestação em frente ao STF pede anulação do impeachment.

21 junho de 2017 entrará para história.

Neste dia o Supremo Tribunal Federal recebeu a “visita” de manifestantes.  Diferentemente de outros protestos, este não era contra um ministro específico, ou contra uma decisão já tomada pelo supremo. Não, este não foi assim. Este foi grandioso. E grandioso porque os participantes demonstraram determinação e “garra” difícil de se ver.

E por mais estranho e paradoxal que seja, esta manifestação foi justamente para exigir que o tribunal cumprisse com o seu dever constitucional. Que julgasse um mandado de segurança. Não um qualquer. Mas um de extrema importância para o futuro da nação brasileira. Um MS interposto pela defesa de Dilma Rousseff que pede a anulação do “golpe” parlamentar (travestido de impeachment) e sua restituição ao cargo de presidenta.

No final da tarde, aproximadamente 600 pessoas, oriundas de diversas regiões do país, gritaram por justiça. Exigiram a apreciação do mérito do mandado. Clamaram pela anulação do impeachment.

Oradores, se revezando ao microfone, iam expondo os vários motivos que os levaram até ao STF. Lembraram que quem sofre mesmo com o golpe é o povo, com desemprego, com a perda dos direitos trabalhistas, previdenciários e sociais. Que o país está sendo entregue ao rentismo internacional. Que foi uma quadrilha de corruptos que promoveram o golpe. Que o STF não deve se acovardar. Que não se pode jogar no lixo 54,5 milhões de votos.

Um ponto destaco, os manifestantes pediram que a ministra Carmen Lúcia os recebesse, não conseguiram, no entanto um funcionário veio conversar e foi permitida que uma comissão entrasse e protocolasse uma carta aos cuidados da presidente do tribunal. O que foi feito. A carta solicitava que se acelerasse a avaliação do MS. Assinaram o MNAI (Movimento Nacional pela Anulação do Impeachment) e os comitês de RS (Pelotas e Porto Alegre), SC, SP, RJ, MG, DF, CE, Zurique/Suiça e  PCO (Partido da Causa Operária). Primeira vitória.

Mas o ato em si começou bem antes. Por volta do meio dia teve início o debate sobre as razões de se anular o impeachment e por que a volta da Dilma ao poder é de suma importância para democracia. O mediador foi Antônio Carlos do PCO.

Realço alguns itens do que foi debatido:

Expedito Mendonça, diretor do sindicato dos Servidores Públicos Federal, afirmou que o impeachment é fraudulento, que os trabalhadores estão sendo reprimidos. Pediu ainda solidariedade ao companheiro Othon Pereira Neves, dirigente sindical, preso no dia anterior por chamar funcionários a participar da greve do próximo dia 30.

Edva Aguilar, uma das coordenadoras do MNAI, recordou que precisamos pressionar o STF. Que a Dilma deseja voltar. Que nós não somos um fã clube da presidenta e sim da democracia. Que é mais fácil o STF anular o golpe do que o congresso aprovar as diretas, pois no tribunal precisamos de 6 votos e aprovar a PEC das diretas é necessário a aprovação de 2/3 dos parlamentares, o que é praticamente impossível, pois estamos numa situação de anormalidade institucional.

Erika Kokay, deputada federal (PT), falou sobre a luta de classe, o desmonte das estatais, da perda de direitos, da entrega de nossas riquezas para o sistema financeiro internacional. E afirmou que os movimentos pelas Diretas e Anula o Golpe não são incompatíveis, porque ambos querem o retorno da democracia.

Rui Costa Pimenta, presidente nacional do PCO, enfatizou que vivemos a maior crise do governo golpista. Elementos que articularam o golpe estão envolvidos em corrupções. Destacou que FHC é o chefe maior dos golpistas. O sentido de atos como estes está na luta contra o golpe, na tomada de posição. Não acredita nas eleições diretas sem liquidar com a horda de golpistas. Põe em dúvida, inclusive, as eleições em 2018. Aponta como solução a organização do povo, dos sindicatos, dos movimentos para derrotar o golpe.

Um parênteses. Grupo de empresários, reunidos no Instituto Milleniun, falaram abertamente que as eleições de 2018 será prejudicial aos interesses do país. Recado dado. Cada vez mais as eleições diretas se distanciam da realidade.

Argumentos, conhecimentos, informações foram transmitidos. E mais do que isso, o sentimento de não estar sozinho na luta é revigorante. Saímos dessas manifestações com a alma lavada. Com as funções psíquicas em dia.  Os participantes, presenciais ou não, com certeza sentiram-se representados em algum momento.

Que venham mais atos como este. Que mais pessoas se juntem ao movimento pela anulação. É o caminho correto.

“Hay que endurecerse, pero sin perder la ternura jamás.” Che Guevara.

O PT elevou ao grau máximo o ditado: “rei morto, rei posto!”.

 

O TSE, por 4 votos a 3, aprovou as contas de campanha de 2014 de Dilma Rousseff. Novamente. O mesmo já havia ocorrido em 2015.

 

Parabéns presidenta! Fez-se justiça. Sua lisura é inconteste. Vitória do estado de direito frente ao estado de exceção.

 

Resultado previsível. Não cassariam a chapa. Pelo lado da presidenta, de compravada honestidade, não há motivo. Pelo lado de seu antípoda, de sabida ladroagem, vai saber a relação promíscua entre ministros e o MT. Portanto…

 

Há alguns meses atrás ainda temíamos o desdobramento desse julgamento. Havia receio de que os golpistas separassem a chapa. Se conseguissem… adeus direitos políticos da Dilma. Como isso não aconteceu, o julgamento foi só encenação.

 

Sabemos que é temeroso ver um elemento como Temer na presidência. O cara destroi direitos, entrega nossas riquezas e não está nem aí com o povo. Mas consideremos a sua permanência como efeito colateral. De alguma forma não chegará em 2018. O usurpador não vale o que come!

 

Muitos dos que lutam pela democracia, pessoas da esquerda, exigiam a cassação do Temer, mesmo à custa de jogar o nome de uma pessoa íntegra na lama.

 

Claro que nós do “Anula o Impeachment” gostaríamos também de ver o traidor/canalha/ladrão levar um potente pé-na-bunda do cargo que roubou, e ser preso, quem não gostaria? Mas não sacrificando uma pessoa íntegra e que carrega a confiança de 54 mihões de pessoas. Assim não! Só uma sociedade doente aplaudiria tal disparate.

 

O partido de Dilma externou toda sua indignaçao pela não cassação do pulha  de modo contundente. Um desavisado que ouvisse os discursos inflamados teria certeza absoluta que eles estavam falando de outro processo e não da chapa Dilma-Temer.

Não quero crer, mas pelo jeito a direção não se importa com o destino dos  filiados. Ou será que ligaram o “foda-se”? Se for isso…é lastimável! Então que se preocupem ao menos com o partido. Vale lembrar: reprovada as contas, o PT sofreria sanções. Não podemos esquecer que um dos objetivos da quadrilha é cassar o partido dos trabalhadores. Que oportunidade boa, não acham?

 

Para o desgosto de muitos, os petistas elevaram ao grau máximo o ditado: “rei morto, rei posto!”. Mas não é bem assim que as coisas funcionam. Dilma não está morta. Se não sabem, ela luta diuturnamente para reconstruir sua imagem. Tão vilipendiada pelos golpistas. Ela deseja voltar ao cargo. E se fizermos uma pesquisa séria com a população a anulação do impeachment ganha das diretas.

 

Tempos sombrios. Escolhas difíceis.

 

Quem optou apenas como bandeira de luta as “Diretas, Já” encontra-se numa sinuca-de-bico.

Após o veredicto, Temer criou forças. Se sente firme na presidência. Está tão seguro de si que chamou os governadores para reunião no palácio da Alvorada. Pauta: exterminar com os direitos dos brasileiros.

 

Diretas cada vez mais distante.

 

Golpe é golpe porque golpeia, porque chicoteia. E não é no lombo do rico, é no lombo do pobre. O golpe não depende da permanência do Temer. Ele não passa de  gerente do golpe. Vai um, vem outro.

 

Nos restou pressionar o STF. Diante de todos os fatos revelados, exigirmos a anulação do impeachment. As lideranças têm que dar uma guinada nesta direção.

 

Dia 21 de Junho, quem puder, compareça ao ato em Brasília. Inícia às 11:30. Ou então, rezar pelo santo Joesley falar, falar, falar, falar…e falar. Até não sobrar nenhum golpista para contar história.

 

Ser pela anulação do golpe, não é ser contra as diretas.

Participei domingo da manifestação pelo “Fora Temer e Diretas, Já” no largo da Batata, Pinheiros, São Paulo.

Sou, antes de tudo, um defensor da anulação do impeachment e a restituição de Dilma Rousseff ao poder.

Não concordo plenamente com a tese de que as diretas já seja a única solução. Evidentemente que também é uma solução. Mas creio que se lutarmos apenas nesta frente de batalha seremos derrotados, e mesmo vitoriosos as diretas não trarão segurança institucional aos futuros dirigentes do país, pela simples razão de que não derrotamos o golpe. Pelo contrário, naturalizamos a usurpação. Infelizmente, reafirmando que golpe de estado é um fato histórico enraizado na cultura da nação brasileira.

Oras! quer queiram, quer não, chegará um momento que teremos  que dar um basta veemente ao golpismo! Isto é, se desejarmos acabar realmente com este ciclo criminoso da classe dominante.

Então, pergunto: por que não pode ser neste momento? Por que temos que esperar…esperar… e esperar, até que surja uma geração que realmente faça o que deve ser feito hoje?

Pelas conversas que mantivemos com os manifestantes todos acreditam e sabem que anular o golpe é o certo a ser feito. Vou repetir: TODOS! com quem conversamos apontam a anulação do impeachment como o caminho correto.

Mas também dizem que a anulação é algo improvável porque o poder judiciário é partícipe do golpe. Aí incluem os tribunais de primeira instância e o próprio STF.

Estão certos. O judiciário faz parte do golpe.  No entanto a pressão popular pode reverter este quadro. O STF não se meteu na política? Assuma, então, as consequências desta postura leviana, certo?

E para aqueles que acham que isso não resolve faço um questionamento: o que nós fomos fazer em Curitiba quando Lula prestou depoimento ao juiz Sérgio “Banestado” Moro?

Fomos protestar em frente ao legislativo? Não! Em frente ao executivo? Não!

Aonde nos concentramos? No judiciário!

Porque a gente sabe que a pressão popular é uma arma poderosa e funciona.

Vão negar que não influenciamos na postura dos procuradores e do Moro? Vão negar que o Lula não se sentiu mais seguro com nossa presença?

O ex-presidente só não ficou preso porque nós estávamos lá, ou não?

Fico espantado e preocupado quando partidos, movimentos populares e centrais dizem que o povo quer diretas, já.

Espantado porque não é verdade que a população quer diretas.  A falta de opção levou-os a gritar por diretas.

Preocupado porque os “líderes”, intelectuais, acadêmicos não esclareceram aos brasileiros sobre as alternativas que tínhamos para derrotar o golpe.  Eles simplesmente escolheram as diretas e nos impuseram essa bandeira.  De cima pra baixo. Tiveram a mesma postura da direita. Excluíram os cidadãos dos debates.

Está na hora de rever esta postura.

A direita tem o plano A, tem o plano B, C, D, E, F… E a esquerda só tem o “a”, em minúsculo.

Somos atacado de diversos pontos, e não respondemos à altura. Assim não dá! É derrota certa.

Temos que abrir novos “front” nesta guerra.

Pedir a anulação não é dividir, é somar. Porque temos gente e disposição para pressionarmos ao mesmo tempo o legislativo, o executivo e o judiciário. E ainda sobra ânimo pra escrachar a Globo.

Diante das crises é que um povo cresce ou se apaga por séculos.

O que queremos para o nosso país? Precisamos nos afirmar como nação.  Não é escondendo ou deixando prá lá que as coisas se ajustam.

Enquanto no Chile e na Argentina os militares golpistas estão sendo punidos aqui no Brasil ficaram impunes.

Percebam o absurdo. Os golpistas de 64 assumiram o governo prometendo redenção. Depois de 21 anos devolveram o Brasil destroçado e com sangue nas mãos. E se autoanistiaram!

E o STF atual reafirmou a anistia. É o tal do “vamos olhar para o futuro”, ” não vamos reviver o passado”. 

E tem general assassino que morreu sem nunca ter sido acusado de nada.

Vamos ter o mesmo comportamento agora? Deixar os golpistas pra lá e não tomar alguma providência?

Que lição tiraremos desse golpe? Nenhuma?

Ou crescemos, ou nos afundamos.

Se ainda há justiça no país, o juiz Moro tem que ser preso.

O juiz Sérgio Moro tem que ser preso. Motivo? Obstrução da justiça!
Por mais incrível que possa ser, é isso mesmo: o juiz está obstruindo a justiça.
Aécio Neves foi delatado inúmeras vezes. Era conhecido como o mais “chato”. E o que fez o imparcial de Curitiba? Nada! Aliás afirmou que as delações envolvendo seu “amigo” não vinha ao caso.
O ex-presidente da câmara Eduardo Cunha elaborou várias perguntas que o traidor/golpista Michel Temer deveria responder e passou ao Moro. E o que fez o homem de preto? Desprezou e impediu os questionamentos.
O da primeira instância inocentou Cláudia Cruz, mulher do preso Cunha, com provas de seus crimes. Lima, o procurador, disse, ironicamente, que o juíz tinha um coração generoso. Cláudia gastou no cartão internacional 1,2 milhôes de dólares e possui contas na Suíça não declaradas. O marido ganha uns 30 mil reais. Você, cidadão comum, não desconfiaria da “ingenuidade” da dita cuja?
Ao mesmo tempo não declara inocente D. Marisa Letícia, falecida este ano. Ele é obrigado a isso. Ou era. Como vivemos num estado de anomia. O cara se acha no direito de subverter o que está escrito nas leis. Se vão contra os seus interesses e de sua turma de golpista não vale.
A lógica da absolvição é a seguinte: todos são inocentes até que se prove o contrário, como a mulher do Lula não pode mais se defender então é inocente. Mas o sujeito não está nem aí, se não pra lei, pra ética.
Por 500 reais prendeu a mulher do Vaccari. Que depois se descobriu que não era ela quem foi filmada tirando o dinheiro do caixa eletônico, mais sim sua cunhada.
Qual será o objeto da operação Lava Jato? A corrupção e/ou o Lula, Dilma e o PT? Pois, desprezar várias denúncias envolvendo o moleque Aécio Neves significa apenas uma coisa: o Sérgio “Banestado” Moro se acumpliciou com o crime. Não encaminhar as denúncias de Cunha envolvendo Temer é uma aberração, concordam?
O narciso conseguiu seus minutos de fama como o grande heroi de combate a corrupção. Nosso Eliot Ness, segundo ele mesmo. Mais uma de suas infelizes comparações. E só, acabou seu tempo.
Por esses disparates Moro deve ser preso. Aliás, será sua sorte porque seus cumplíces, percebe-se, não estão nada satisfeitos com ele.

Aberta a temporada de caça aos dependentes químicos. Obrigado João!

O “prefake” de São Paulo João Dória e o governador Geraldo Alckmin, ambos do PSDB, inauguraram a temporada de caça aos dependentes químicos. Desde o dia 25 de maio está autorizado a internação compulsória de brasileiros que se encontrem nesta situação de penúria.

Muito bem! Eles estão de parabéns! Se mostram homens antenados com o momento de decadência que a nação vive.

Em vez de caminharmos pra frente, estamos retrocedendo décadas. Seja no campo social, econômico ou cultural. É o efeito golpe de estado em ação, então nada mais natural que esses dois higienistas recriem a triste figura do “homem da carrocinha”.

Relembrando, o “homem da carrocinha” era um funcionário público cuja função consistia em, literalmente, laçar e prender os cães que encontrassem vagando pelas ruas. Eram detestados.  Não raro brigavam com os donos dos animais. Muito ativos nos anos 60, 70 foram decaindo com o tempo, até serem extintos em 2008.

Agora esse personagem volta a ação. Não para pegar cães, mas gente.

Homens, mulheres, jovens, crianças que estiverem andando sem rumo, com jeitão de “drogados” poderão, a qualquer momento, serem laçados e internados à força numa clínica ou hospital, segundo eles, especializados no tratamento deste tipo de doença. Um médico decidirá o futuro desses seres.

Se a apreensão dos cachorros tinha a finalidade de conter doenças, a dos “drogados” tem que função? Será que o João e o Geraldo estão preocupados com a saúde dessa parcela da sociedade ou simplesmente querem se livrar da “sujeira”?

E a abordagem será com respeito ou com truculência? Ou se tornará comum vermos pessoas correndo sendo perseguidas por homens com laços na mão? E quando laçarem, vão colocar no “camburão” demonstrando o mesmo desprezo pela vida que os antigos mostravam com os animais?

Cruel. Muito cruel.

Apesar de ter sido revogado a autorização para tal atrocidade ela pode voltar a qualquer instante. Temos que estar vigilantes.

O que fica claro é que tanto o “prefake” de São Paulo como o governador não passam de fascistas, travestidos de democratas.

Que tempos difíceis viveremos!

Temos que derrotar o golpe e restaurar a democracia. Só existe esta saída.

O burguês é essencialmente covarde. Os golpistas, então… nem se fala!

Hermann Hesse dizia que o bruguês é essencialmente covarde, por isso precisa de quem o defenda, como polícia, exército, milícia, justiceiros e etc.

E o traidor Michel Temer e suas hordas de bandidos confirmam o que disse o prêmio nobel da literatura: eles são covardes! covardes! essencialmente covardes!

Como se não bastassem atiçarem seus selvagens cães de guerra contra os manifestantes acharam por bem acionarem o exército.

Se eles não sabem, fiquem sabendo: o exército não é treinado para conter manifestantes. Não possue armas não letais. É o última camada de proteção que uma nação tem.

Oras, quando eles chegam é pra resolver. Eles não estão pra negociar, prender. Eles vão para derrotar o inimigo. Matar, se precisar.

É isso que os golpistas querem? Matarem o inimigo? Essa desculpa de garantir a ordem é balela. Típica de gente pusilânime.

Por que não olham para o próprio umbigo? Agentes de vocês, MT, foram infiltrados para tumultuar o protesto. Quando eles agiam depredando os prédios a guarda nacional e a PM faziam vistas grossas. Quando os manifestantes pensavam em fazer algo eles atiravam com armas letais. Há gravação mostrando PM fazendo isso, poderia matar qualquer um. Pois, o amostra grátis de assassino não atirou pro alto, atirou em linha reta, alguém seria atingido, e foi.

E a mídia, a porca mídia colaborando com essa sacanagem dos golpistas. Nos chamam de baderneiros, vagabundos sem procurarem saber a verdade. Mostram poste derrubado. Ponto de onibus quebrados.

Covardes! Covardes! Covardes! isso são vocês golpistas.

Se escondem atrás da mesa. Emitem decretos dos tenebrosos tempos da ditadura militar mostrando o que verdadeiramente são, fascistas.

Não podemos parar.

Esses energúmenos transformaram uma nação em motivo de chacota lá fora.

Esses seres abjetos entregam as riquezas do país em troca de dinheiro e tapinha na bunda.

Esses criminosos estão acabando com os direitos do cidadão comum.

Essa quadrilha trata o povo como se inimigo fosse.

Ignorantes até a raiz do cabelo, mandam sufocar quem discorde do pensamento deles.

A cadeia é o único lugar em que poderiam estar.

Que país queremos pra nós e para as futuras geraçãos? É esse, o dos golpistas?

Precisamos nos definir. Ninguém pode se omitir neste momento. A omissão lhe faz igual aos covardes.

É essencial que a democracia volte. É primordial que o STF anule o golpe.

É condição sine qua non que a DIlma Rousseff seja reconduzida ao poder. Qualquer outra opção conduzirá o país ao retrocesso.

Os covardes que se apoderaram do poder já mostraram que não estão dispostos a entregar o poder. A repressão começou.

Ou enfrentamos ou abaixamos a cabeça definitivamente.