Inflação fecha em 0,43% em março, a menor taxa para o mês desde 2012.

Redução do preço da energia ajudou a fazer a inflação recuar em março

Do site “brasil.gov.br”.

Um dos itens que mais impactou no resultado foi a queda na taxa de energia elétrica, de 3,41%

A inflação oficial do País, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou março com variação de 0,43%. O resultado – que é o menor para os meses de março desde o 0,21% de março de 2012 – chega a ser menos da metade (0,47 pontos percentuais) da alta de fevereiro, quando a taxa havia subido 0,9%.

Os dados do IPCA, índice utilizado pelo Banco Central para balizar o plano de metas estabelecido pelo governo para a inflação oficial do País, foram divulgados nesta sexta (8), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Um dos itens que mais impactou nesse resultado foi a queda na taxa de energia elétrica, de 3,41% – o mais expressivo índice para baixo. Isso se deve à redução na cobrança extra da bandeira tarifária que, a partir de primeiro de março, passou dos R$ 3,00, da bandeira vermelha, para R$ 1,50, da bandeira amarela, por cada 100 kilowatt/hora consumidos. As contas ficaram mais baratas em todas as regiões pesquisadas em razão, também, da redução no valor das alíquotas do PIS/COFINS ocorrida na maioria delas.

Com o resultado do mês passado, o IPCA fechou o primeiro trimestre do ano com alta acumulada de 2,62%, resultado 1,21 ponto percentual inferior aos 3,83% de igual período de 2015.

Houve, também, desaceleração na taxa acumulada nos últimos doze meses, que caiu de 10,36% para 9,39%, queda de 0,97 ponto percentual em relação aos doze meses encerrados em março de 2015. Em março do ano passado, o IPCA havia ficado em 1,32%, a maior taxa desde fevereiro de 2003 (1,57%

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Sobre o Lula: E como fica o povo vendo esses ataques que não são motivados por uma exigência de ética, e sim pelo desejo de voltar ao poder?

Do site do Jornal do Brasil

O silêncio

“Depois da longa e abrangente fala do ex-presidente Lula, na quarta-feira (20), ninguém se manifestou contra ele. O que parece é que os ataques não são motivados porque ele merece ser acusado, mas sim para tentar impedir sua possível futura candidatura.

É isso?

Por que não há nenhuma grande liderança falando onde estão os crismes dele? Ou onde estão os crimes do filho? 

Ora, com todo o respeito…

No plano econômico, todos criticavam o governo pelo aumento da taxa de juros. Hoje, criticam porque não houve aumento na taxa de juros. Num primeiro momento, todos os patronos dos que estão contra o poder atacavam o poder porque a taxa de juros subia. Agora, atacam o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, por não ter aumentado a taxa.

Onde está a oposição? É oposição ou segmento raivoso por não estar no poder? 

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No plano político, diziam que todos os delatados deveriam perder o poder e serem presos. E agora que aparecem novos nomes delatados, o que acham? Não defendem mais esta posição?

E, mais uma vez, como fica o povo assistindo a tudo isso?

Quem paga essa campanha contra o Brasil não são os empreiteiros e nem os corruptos. Quem paga é o povo desempregado.

Há um ditado que diz que não existe canto quando não há plateia. Só canta quem sabe que vai ser ouvido. Se achacam é porque foi o achacado que permitiu a existência do corruptor.

O que querem fazer com o país que sinaliza que pode ter 10 milhões de desempregados, fora a massa jovem, menor de 20 anos, que nunca teve emprego?

O que pode acontecer com um país que não tem 40 milhões de habitantes, e sim cinco vezes mais? É importante frisar que os desempregados arrastam com eles de um a quatro dependentes, que representa uma Espanha inteira de pessoas sem perspectivas. 

Por que jogam contra o país? É porque já estão morando no exterior, com o produto do que roubaram do povo sofrido?”

Por que o Brasil não deveria fazer negócios com a China?

Acordo Brasil ChinaPor que o Brasil não deveria fazer negócios com a China? É pecado?  Um atentado contra Deus? Qual a lógica por trás desse absurdo? Por que afinal de contas não pode? Me respondam coxinhas de plantão? Aonde o dinheiro chinês é pior que os outros?

Por que com os EUA pode e com outras nações não? Me respondam bando de mentecaptos midiáticos? Por que tomar coca-cola de montão pode? Por que se empanturrar de hambúrguer pode ? Por que pode? Por que é certo?

Tão com medo da invasão comunista chinesa? Não é mais Cuba agora o grande satã?

Dilma está arriscando seu  governo e seu prestígio  apostando em soluções neoliberais, sabe por que cara-pálida? Para atrair investimentos. Para aumentar a confiança no país, não é mesmo? O ajuste fiscal tem este objetivo, certo? E  a China está fazendo o quê?

A mídia vomitar indecências é normal, fazer piadinhas idiotas também.  Agora o cidadão comprar a sandice desses caras logo de cara é lastimável. Só sendo, e desejar ser, um alienado.

Achar que o governo está vendendo o país aos chineses é não conhecer e nem se interessar por história.

Vale lembrar.

Se tem um país que adora uma guerra, se mete em tudo que é região, adora dar e patrocinar golpes, subornar meio mundo, tem a sanha imperialista, este país é os Estados Unidos da América.  Ou não é? Com eles é preciso ter muito cuidado.

Fazer acordo, negócios com os “yankees”  é pedir para sumir do mapa. Eles são assim. Este é o único jeito dos americanos negociarem. Sabe aqueles filmes e que o cara vende a alma ao diabo só pra se dar bem? Pois é, estes filmes retratam bem o “modus operandi” americano quando o assunto é negócio.

A China, ao contrário,  é um país que nunca invadiu outros povos. Não tem a cultura expansionista. Aliás, eles é que sofreram invasões. Mongóis, japoneses, ingleses que o digam. Hong Kong só deixou de ser colônia inglesa em 1997. A muralha da china, patrimônio mundial, está aí como exemplo desse não expansionismo.

Os ocidentais se apropriaram de muitas de suas invenções. A impressão por tipos móveis, a pólvora, o macarrão, o papel, a bússola, o garfo, carrinho de mão, sino, sismógrafo, fogos de artifício, escova de dente, dominó, números negativos, tinta, estribo, paraquedas e  etc. Ah , se eles ganhassem royalties…

Os chineses só fazem negócios, e apenas negócios.  Os chineses, se quisessem dominariam tranquilamente a Ásia.  Um país que tem 1 bilhão e 300 milhões de almas se desejar chega junto de qualquer um. Não é o caso.

E mais, China e Brasil são membros dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Por si só acordados. O grupo é uma das grandes novidades geopolíticas desde a guerra fria. Tem que se fortalecer. A esperança  aos desmandos ocidentais.

China e Brasil assinaram 35 acordos financeiros,  comerciais e de cooperação. Num total de  US$ 53 bilhões.

Criaram um fundo de  US$ 50 bilhões,  dinheiro chinês administrado pela Caixa Econômica Federal. Segundo o site “Brasil.gov.br” “ os recursos serão usados em projetos de infraestrutura no Brasil.

E ainda mais, a presidenta  falou sobre a formação de outro fundo de investimento, de US$ 20 bilhões, com recursos chineses e brasileiros, para setores como siderurgia, cimento e vidro.

Irão iniciar os estudos para a construção da Ferrovia Transcontinental, ligando o estado de Tocantins ao litoral do Peru. Trata-se de um projeto que envolverá os três países. Conectando o Atlântico ao Pacífico.

Esta ferrovia eliminara a dependência em relação ao canal do Panamá. Tirando a mídia e seus especialistas, alguém mais acha um absurdo, um sacrilégio, uma infâmia, um insulto aos EUA o Brasil construir essa ligação?

Aos indignados com o acordo me respondam: será que reeditaram o tratado de Tordesilhas e esqueceram de avisar ao Brasil? E, existe alguma clausula petrea  que proibi a América do sul de fazer negócio com outro país que não seja o grande irmão do norte?

Então, coxinhas, alienados, fascistas e outros bichos tirem o cavalinho da chuva, vocês estão em péssima companhia. A mídia golpista tenta destruir o PT, acabar com o Lula, enterrar a esquerda.  Usando da mentira e manipulação da notícia. Não vão conseguir. A canoa do golpe começou a fazer água, quem estiver junto afundará. Façam suas escolhas, e vão pentear macaco.

Uma resposta a operação CONDOR, dos áureos tempos da ditadura.

operacao_condorUm importante passo para a reconstrução do período ditatorial brasileiro e suas múltiplas facetas.

A Argentina, Uruguai  estão colocando os pingo-no-is.

Enquanto na nossa pátria o obscurantismo  prevalece. Pessoas acreditam que Médici, Geisel  e Figueiredo foram democráticos.  Geisel o bom velhinho.

Só resgatando a verdade e punindo esses usurpadores e criminosos poderemos forma um pátria livre e estável.

Com a assinatura do memorando de compartilhamento de documentos sobre violações do direitos humanos entre esses países um passo importante de restauração das verdades será dado.

Uma resposta a operação CONDOR.

Abaixo reproduzo o texto do portal “brasil.gov.br” sobre essa bem-vinda cooperação.

“O Brasil assinou na última quarta-feira (29) acordo com Uruguai e Argentina que permite compartilhar documentos sobre as violações de direitos humanos ocorridas durante a ditadura militar nos três países.  Assinado em Havana, Cuba, durante a 2ª Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), o memorando de entendimento prevê que as nações desenvolvam a cooperação e o intercâmbio de informações sobre o assunto.

A partir de agora, o Brasil poderá solicitar a um dos dois países, ou vice-versa, arquivos que por acaso tenham sido conservados sobre o assunto. A ditadura militar governou o Brasil entre 1964 e 1985. As Forças Armadas argentinas comandaram o país vizinho de 1976 a 1983 e a sociedade uruguaia passou pelo regime militar de 1973 a 1985.

O objetivo é contribuir para o processo de reconstrução histórica da memória, verdade e justiça. Segundo o Itamaraty, o acordo deverá auxiliar as atividades da Comissão Nacional da Verdade, que apura os crimes cometidos durante a ditadura brasileira.

Os tratados são de ordem bilateral. Deste modo, o Brasil assinou um acordo com Argentina e outro, idêntico, com Uruguai. Os memorandos tratam que os países vão colaborar mutuamente com a investigação das “violações de direitos humanos no passado recente” e com o esclarecimento de casos de “desaparecimento forçado de pessoas e outras graves violações”.

O texto dos tratados informa que a medida visa a “criar um marco” para o intercâmbio de pesquisas e investigações sobre as “ditaduras que assolaram ambos os países no passado recente”.

“As autoridades competentes comprometem-se pelo presente memorando de entendimento a realizar todas as ações possíveis com vistas a prover informação útil para o esclarecimento de graves violações aos direitos humanos, por intermédio das vias administrativas, judiciais e/ou legislativas disponíveis”, diz.

As solicitações de documentos e dados que puderem ser feitas por meio de convênios já assinados entre os países, com a devida assistência penal, não serão objeto do novo acordo.

O Itamaraty informou que o governo brasileiro considera o acordo um avanço fundamental para a “elucidação de períodos históricos recentes desses três países”. Ainda segundo o ministério das Relações Exteriores, o esclarecimento dos fatos vai contribuir “decisivamente para o fortalecimento da democracia””.

Pelo bem da democracia, que a verdade seja restaurada.

O PIB e o pleno emprego.

Na semana passada a matéria “O enigma do crescimento/emprego”, assinada por Claudio Adilson Gonçalez e publicada no jornal “O Estado de S. Paulo”, chamou à atenção pelo seu questionamento.

Como o Brasil com um crescimento pífio pode estar na situação de pleno emprego? Para o economista esta é um situação surreal.

Escreve em seu artigo: “Um dos aspectos aparentemente mais difíceis de compreender sobre a economia brasileira na atualidade é a coexistência de baixíssimas taxas de crescimento com elevado nível de ocupação da força de trabalho”, continua,” De fato, a taxa de desemprego atingiu seu nível histórico mínimo em novembro de 2012(4,9%), enquanto o Produto Interno Bruto (PIB) deve ter crescido em torno de mísero 1% no ano passado, após ter expandido apenas 2,7% em 2011”.

Explica Claudio que “No jargão econômico, diz-se que o mercado de trabalho encontra-se apertado, ou seja, a demanda por trabalhadores excede a sua oferta, o que pressiona o salário para cima”.

Ele considera o fato do salário aumentar louvável, porém “não quando ocorre a ritmo superior ao do aumento da produtividade do trabalho”. Ou seja, “Nessa situação, se não houver resposta adequada do Banco Central, a inflação subirá e corroerá gradualmente o ganho real do salário”.

E a partir dessa introdução tenta elucidar o mistério, e não apenas isso, com o linguajar característico do economês.

Informa que “De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), nos últimos 10 anos a população ocupada (PO) cresceu 36,9%; enquanto a população em idade ativa (PIA) expandiu-se apenas 17,7%; e a população economicamente ativa (PEA)… aumentou 24,3%”. E explica como isso funciona.

Bem, resumidamente, os trabalhadores serão os futuros culpados pela inflação. E pela baixa competitividade dos produtos nacionais no mercado mundial, porque ganhando bem aumentam o preço final da mercadoria. O pleno emprego aperta a economia, como afirmou.

Naturalmente que o mercado bom é o mercado folgado. Aquele em que há poucas vagas e muitos desempregados. Aí, então, o salário será achatado e a inflação será postergada. E seremos mais competitivos. Como a China, que tem várias denúncias de trabalho infantil e escravo. É isso que desejam?

Estes argumentos, recauchutados com palavras técnicas, são velhos conhecidos. Diminuir o salário para conter a inflação, que não é produzida pela massa trabalhadora. Aumentar o número de horas extras, em vez de contratar novos funcionários. Esperar o bolo crescer, para depois repartir. Ou, como na década de 80/90, costurar o famigerado Pacto Social, em que a população entrava com sacrifício e a elite com os ganhos.  Muita greve foi deflagrada devido a esta lógica neoliberal.

Claudio Adilson Gonçalez parte de uma  reflexão relevante para chegar à conclusão nenhuma, dentro do proposto.  Perde-se totalmente e termina seu artigo demonstrando pra que veio. Desconstruir a imagem do governo federal.

Como tantos articulistas, que há na mídia, pinta o Brasil à beira de um abismo. E, acreditando estar dando uma lição de moral nos atuais governantes, relata como um estadista deve ser comportar.  A lá FHC, óbvio.

Estamos no chamado Bônus Demográfico. Quando a população ativa é a maior parcela pirâmide populacional. Temos que aproveitar este momento.

Agora, não  seria bem mais proveitoso se esse senhor, e outros, formadores de opinião, questionassem o próprio PIB?  A sua forma de cálculo? Seus parâmetros? Será que esse índice já não está ultrapassado? Será que não caducou? Afinal ele tem mais de 50 anos.  O mundo se globalizou. Surgiram novos conceitos.

Mas não, em vez disso criaram a palavra PIBinho. Outra mera tentativa de desmoralizar as conquistas do governo brasileiro. Fazer piada. Segundo eles a Alemanha, também, tem um pibinho. Isso não leva a nada.

Por que não incluir a força do trabalho, o bem-estar da população, suas riquezas primárias, o meio ambiente, o social, o nível educacional, a saúde, o IDH, as culturas, o emprego como riqueza? Ou seja, lembrar que no Brasil, também, existem pessoas.  Que nação não é um conceito utópico.

Desde a década de 70 existe o FIB, Felicidade Interna Bruta. Deveríamos estudá-la com mais seriedade.

Uma economia forte, não significa uma população forte. Um país melhor, não significa uma população em melhor situação. Temos que lutar para que isso aconteça.