Depois de Funaro, o STF continuará omisso em relação ao Golpe?

Após revelações de Funaro, de que Cunha pediu R$ 1 milhão pra comprar deputados e garantir o golpe de estado, o que falta agora para o STF julgar e anular o Impeachment fraudulento?

Dos três poderes da república sobrou um que pode reverter esse quadro de anarquia que se configura, o judiciário. Os outros estão envolvidos até o talo com o golpe.

Sobre os ombros do STF está a responsabilidade histórica de trazer o Brasil à normalidade democrática.

Presenciamos a destruição do Brasil como uma nação. O governo do traidor Temer optou pelo retrocesso econômico, político e social. Voltaremos a ser um simples  entreposto comercial.

Alexandre de Morais está com Mandado de Segurança engavetado há meses. Muitos acreditam que o MS não será nem julgado, pois, como dizem os advogados, em 2018 depois da eleição perde-se o objeto do processo. Isso é de um absurdo sem tamanho. Principalmente se levarmos em conta que estamos falando de um país de 209 milhões de habitantes. De uma das maiores democracia. Líder da América do Sul. E um dos mais injustos.

 A não ser que o STF esteja realmente envolvido com o golpe. Ou por simpatia à quadrilha usurpadora. Ou por ódio, preconceito e asco ao Lula, à Dilma, ao PT e a tudo que remeta à palavra esquerda. Ou, o  que seria catastrófico, recebeu dinheiro para dar um aspecto legal à patifaria dos canalhas. Será que os 11 ministros se prestariam a esse papel escroto? Não quero crer, apesar de vivermos tempos pré-fascistas.

A delação foi tão forte que houve um princípio de atrito entre os corruptos pela sua autoria. Cunha reclamou de que Funaro “roubou” sua delação. O bicho deve ter ficado bravo. Se cuida Funaro.

Então STF, escolha seu lugar no trem da história.

josé Celso de Melo, marco aurélio mendes de Farias Mello, gilmar Ferreira Mendes, enrique Ricardo Lewandowski, carmen lúcia Antunes Rocha, josé antonio Dias Toffoli, luiz Fux, rosa maria weber Candiota da Rosa, luís roberto Barroso, luiz edson Fachin, alexandre de Morais ministros do Supremo escrevi os seus primeiros nomes em minúsculo para alertá-los de que, dependendo das escolhas ou do comportamento acovardado, suas máculas serão transmitidas a seus descendentes. E não será uma globo que dará jeito nestas nódoas.

Nós do Movimento Nacional pela Anulação do Impeachment (MNAI) estamos lutando para que a verdade, a justiça, o respeito à constituição e à democracia voltem a imperar no Brasil. Papel que caberia a vocês.

Estamos coletando assinaturas para mostrar ao STF que a população quer que o Mandado seja julgado, em tempo. A ação que fazemos é presencial. A assinatura é no papel. Nada Virtual. Temos Caixa Postal. Estamos nas ruas. Damos nossa cara para bater. Enfrentamos bolsonaristas, fascistas, MBListas. Recebemos aplausos, elogios,  xingamentos, ameaças e indiferenças. Mas continuamos na luta. Temos nosso valor. Somos cidadãos comuns indignados com o golpe. Suprapartidários.  Assim como o ódio alimenta os golpistas, coxinhas e demais monstros a revolta com os criminosos nos fortalece.

Agora é com vocês. O mesmo Funaro disse que o STF e Janot, ex-PGR,  sabiam de todas as sacanagens contra o governo Dilma Rousseff e que ficaram na moita. Será verdade?

Nosso trabalho continua.

Anúncios

Intervenção Militar, não! A verdadeira luta nem começou.

O general Mourão é um oficial sem tropa. E oficial sem tropa para o exército tem tanta valia quanto um piloto “asa quebrada” para aeronáutica ou um almirante impedido de navegar para marinha. O sujeito vira um simples funcionário, encostado. Não apita mais nada.  Seu destino é virar porta-voz ou um burocrata. E é nisso que se transformou o general, um porta-voz. 

E só disse o que disse porque o alto escalão permitiu ou no mínimo se omitiu. Tanto que não houve por parte do comando do exército um desmentido ou reprovação. Certo que a punição de oficiais vem em documento confidencial. Porém neste caso foi um pronunciamento público, portanto o público espera uma resposta condenando tal atitude. 

Ou exigimos um posicionamento contundente por parte das forças armadas ou podemos esperar pelo pior, intervenção militar. Erros do passado cometem-se na atualidade. O golpe, por mais vigarista e bem arquitetado que tenha sido, ilude apenas aos que querem ser iludidos ou os que têm interesses mesquinhos.

Sabemos que temos um governo ilegítimo, entreguista e acima de tudo canalha. Um presidente acusado de ser ladrão e chefe de quadrilheiros. Ministros denunciados na Lava Jato. Congressistas bandidos. Mídia golpista e hipócrita, justiça e MPF parciais. Uma sociedade machista. Uma elite covarde e egoísta. E americanos babando por nossas riquezas.  E apesar deste quadro de caos a esquerda e os progressistas não podem, nem de longe, cogitar que uma intervenção militar, em qualquer grau, seja uma saída ou uma alternativa ao golpismo. 

Há um consenso que durante os 13 anos do PT no palácio as autoridades cometeram um grande e fatal erro: não politizaram e nem esclareceram aos cidadãos, em especial aos mais jovens, o que significava as políticas de inclusão social, educacional, econômica e de saúde. Os benefícios que as mudanças trariam ao país e as diferenças em relação às políticas neoliberais. Deixaram o barco correr solto. Este esquecimento resultou no que se viu, na hora do “pega pra capa” as pessoas, inclusive as que se beneficiaram dessas políticas, ficaram perdidas, atônitas e se tornaram presas fáceis dos marginais. Assimilando com virulência os discursos rasteiros de combate à corrupção e se voltaram contra Lula/Dilma.

A mesma desatenção aconteceu com as academias militares. Tanto Lula como Dilma não se preocuparam em adaptar aos novos tempos a formação dos oficiais. A AMAN, AFA e EN continuam a graduar militares nos moldes da ditadura. Portanto, é mais fácil encontrar “bolsonaros” entre seus quadros do que progressistas.

Pra quem tem lá suas dúvidas, as OM´s comemoram a “Revolução” no dia 31 de Março. Eles não veem e nem admitem que foi golpe em 64. Por que veriam de outra forma se nenhum dos seus professores ensinam diferente?

Marechal Lott atuou evitando um golpe. Alguém viu o General Villas Boas tomar uma posição antes do golpe? Permaneceu neutro. Um verdadeiro soldado. Viu a sua comandante em chefe ser massacrada e… silêncio. Imaginem se ele declarasse, na ocasião, apoio irrestrito a Dilma, talvez o golpe tivesse sido abortado. Agora troquem o nome da presidenta por Temer, percebem a força deste apoio?

E se alguém acha que os tempos são outros digo, o alto escalão das forças armadas é composta na sua totalidade por homens brancos, num país de mestiçagem pronunciada, como sempre foi. Até os americanos reclamaram dessa aberração. Isso diz algumas coisas da mentalidade que campeia no meio militar, certo? Preto só vamos encontrar praticamente de suboficial pra baixo.

Hermann Hess, prêmio Nobel de literatura, certa vez afirmou que o burguês é essencialmente um covarde por isso precisa da polícia e do exército. Em 90 um diretor de empresa teve sua poupança confiscada pelo plano Zélia Cardoso desesperado gritou pelos militares um covarde. Fazia um mês que Collor tinha sido eleito. Esse cara apoiou o Fernando. E agora fazemos a mesma coisa? Somos covardes, imaturos, idiotas? Este é problema da sociedade civil e civis têm que resolver. Temos que sair às ruas aos milhões. Escrachar a Globo, a Veja, a IstoÉ , o PIG. Invadir o congresso. Greves. Desobediência civil. Pressionar o STF.  Não fizemos um décimo do que podemos ainda fazer. Não utilizamos nenhuma de nossas possibilidades de pressão. A situação está feia é certo, mas já vamos apelar? Se ficarmos sob as asas dos militares nunca cresceremos, nunca!

Nós somos um país com mais de 200 milhões de pessoas, 90% pobre. Vamos transformar isso aqui numa jogatina? Se o Boas for um nacionalista e tiver um projeto de recondução dos progressistas ao poder será muito bem-vinda a intervenção. Que bom! A sorte está lançada. E se cair o outro lado da moeda? E descobrirmos que o general é um lobo na pela de cordeiro, o que faremos? Ele tem armas, nós não. Alguém tem ideia de como vamos tirá-lo do palácio do planalto?

E apoiar intervenção militar é como aquele cara que ameaça matar a mulher dizendo que se ela não for dele, não vai ser de mais ninguém.

Querem saber o futuro do Brasil? Olhem para o Rio de Janeiro.

A cidade maravilhosa sempre  foi e será referência para o país.  Dotada de um visual deslumbrante, um povo hospitaleiro e alegre. Belas praias. Montanhas.

Hospedou grandes chefes de estado, intelectuais, reis e rainhas. Atores e músicos “hollywoodianos”.  Conhecida mundialmente pelo turismo.

Moradia e passagem obrigatória para escritores, compositores, artistas plásticos, poetas, músicos, sambistas, passistas, cordelistas, boas-praças, malandros. Teatros, museus abertos e fechados.  Prédios antigos nos remetem ao século passado e ao retrasado. Machado de Assis, Lima Barreto. Passeando pelas  ruas  cariocas respiramos história da nação. Joaquim Nabuco, Marechal Deodoro, Getúlio Vargas.

Dita maneirismo, moda, tendências culturais. Berço do samba, da bossa nova, do funk. Dos grandes eventos. Já recebeu duas finais de copas de futebol e uma olimpíada. O rock-in-Rio.

O Rio de Janeiro é um imenso laboratório para testes e experimentalismos. Quem deseja se firmar passa por seu crivo.

Esta é a parte boa. Existe, claro, a ruim.

A corrupção, o golpe de estado e a crise mundial deixaram o estado combalido.

 E, como se sabe, a fraqueza atrai os aproveitadores, os predadores, os maus intencionados. Escroques, hipócritas e canalhas rondam a carcaça dos fluminenses.

Os bandidos também sabem do potencial desta cidade, do seu povo. E nela perpetram suas maquinações. Não me refiro ao tráfico, aos assaltos, à segurança pública, e sim aos corruptos, aos golpistas, aos verdadeiros facínoras que tomaram o poder à base da vigarice e agora vendem e destroem uma nação.

Os marginais, como vampiros, sugam a força vital dos moradores do Rio. Arrasam o estado. Sem dinheiro, desviado para bolsos do alheio, não pagam os funcionários. Não investem.

O funcionalismo ficou meses sem receber. Algumas categorias estão recebendo de forma parcelada.

Evidentemente que quando o cidadão fica sem receber a situação se agrava. Atrasa aluguel, escola, contas. A sua vida se torna um ato de desespero.  Mesmo as pessoas com viés direitistas se sentem compelidas a participar de manifestações. E a tendência é recrudescer os protestos.

Este cenário de pré-convulsão serve de estudos para usurpadores. Pois eles têm ciência que as medidas tomadas pelo traidor Temer são impopulares e de uma hora para outra podem gerar revolta.

Então, com a frieza que só os canalhas possuem, estudam, vigiam o comportamento dos cariocas diante do aperto. Igual a sessão de tortura em que o médico diz ao carrasco se pode continuar as sevícias ou tem que dar um tempo, os golpistas também vão testando os pacotes de maldades.

Colocaram o exército nas ruas, segundo dizem,  para socorrer a polícia em caso de precisão. Combater a criminalidade e garantir a segurança pública. Pode até ser que prestem este serviço, mas também podem reprimir uma manifestação. A inteligência das forças armadas está aí pra isso, ou não?

Em entrevista a IstoÉ,  Raul Jungmann, ministro da Defesa, quando perguntado se os traficantes perderam o medo das forças militares afirma: “Como já disse, tanques e tropas nas ruas, crime de férias, o que dá uma sensação passageira de segurança. Portanto, não se trata de o crime perder o medo das Forças Armadas ou não. O crime organizado com base no tráfico de armas, drogas – e até de pessoas – ganhou dimensão transnacional. Quando chega nesse estágio, ele desafia o Estado. É disso que se trata no Brasil, de forma mais aguda no Rio, porque lá o conjunto da obra produziu um quadro de falência fiscal, com o crime incrustado no Estado, capturando instituições. É o estado paralelo. Demarcaram territórios. São quase 850 comunidades sob o controle do tráfico.”

 

Bom, diante do que diz o Raul se a revolta, que pode ser da população, desafiar o estado  teremos um exército já treinado e pronto para a guerra contra os brasileiros.

Continuando com o laboratório Rio de Janeiro.

Os “Josef Mengeles” federais fizeram o seguinte:

Em troca de sanar a grave crise financeira o governo golpista  assumiu a direção do estado. E impôs medidas de austeridade que, óbvio, atinge em cheio o cidadão comum.

O acordo: te emprestamos dinheiro e vocês fazem o seguinte: acabem com as empresas públicas, se não for o suficiente pode exterminar a  UERJ. Aumentem a arrecadação, pode ser elevando os impostos. Demitam os comissionados e servidores, mesmo que prejudique o atendimento à população. Aumentem a contribuição previdenciária e criem para os inativos que ganham acima do teto.

E aí os golpistas vão ver o que acontece. Se não houver reação à altura, apertarão o cinto um pouco mais. E assim vão observando até onde vai a paciência dos nativos.

Lembra o FMI dos áureos tempos de FHC. Onde  representantes dos banqueiros internacionais iam ao palácio do Planalto e subiam pela rampa. Com direito a continência e tudo. Os donos chegavam e lá encontravam um presidente totalmente subserviente. Igual ao MT.

É o que vai acontecer com o Brasil. Caminhamos para ficar sem dinheiro. O golpista recorrerá ao FMI. A troika então assumirá o governo brasileiro.  E se reclamarmos os militares estarão a postos para garantir a ordem pública.

É o triste fim de um país chamado Brasil.

31 DE AGOSTO. Um ano do golpe. Um lamento. Uma dor.

 

Sim, estamos próximos. 31 de agosto de 2016 a presidenta,  legitimamente eleita, Dilma Rousseff foi deposta. Há um ano atrás.

Um réquiem. Um Lamento. Uma dor.

 Não sei de suas lamúrias ou de suas dores. Mas a minha é grande. Nunca pensei  em presenciar um golpe. Um golpe tão, tão… chulé. Mas foi isso! Um golpe chulé!

O motivo foi chulé. Do nível dos golpistas.

A dor é grande, a tristeza imensa.

Vejo pessoas perdidas, sentidas, tristes no caminhar.  Alheias. Cabisbaixas!

Penso apenas no olhar. Então, olhemos, escutemos as angústias e as ignorâncias. As minhas ignorâncias.

O que nos resta? Lutar? Lutar sempre!  E agora? O agora é o tudo, meu amigo, minha amiga.

Vamos nos dar as mãos. Nos abraçar.

Azar de nossos irmãos coxinhas. Azar de quem nunca soube esperar.

A lamúria é pesada. E pesa no coração. E nos faz curvar. A espinha doer.  Não ver o céu. A terra. Mas na terra  tem vida, como disse Manoel de Barros, o poeta da felicidade.

 E de tanto usar o verbo “ser”,  esqueço do verbo “ter”.

Tenho força, tenho ânimo, tenho caminhar. Não, não!A minha filha merece ser quem eu sou.

Dia 31 de agosto, agora, temos um encontro. Você, eu, nós. Vamos lamentar o dia 31 de agosto de 2016.

A partir das 17 horas no vão do Masp. São Paulo. Paulicéia desvairada te espera. E sempre desvairada. Curare! cure a dor.

 

GOLPE: Um réquiem. Um Lamento. 31 DE AGOSTO.

31 DE AGOSTO. Um ano do golpe. Um lamento. Uma dor.

Povo da Venezuela, Temer, o traidor, não tem moral nenhuma para censurá-los.

Povo Venezuelano, não leve em consideração o que este governo golpista brasileiro diz ou pensa sobre vocês. Não reconheceram a eleição para uma assembleia constituinte? Não faz mal, nossa CF é estuprada diuturnamente pelos golpistas. Não vale à pena a perda de uma noite de sono. O Brasil está a deriva. Sem rumo ou objetivo. O governo usurpador não é um governo nos moldes democráticos. Sem legitimidades eles se autoproclamam governo por, digamos, uma licença poética, pois na verdade o que temos aqui é um bando de criminosos dando ordens.

Muitos de nós não reconhecemos estes esbulhadores. Lutamos para restituir a democracia. A horda que se apropriou do poder é composta por seres abjetos. Não passam de uns vendidos, entreguistas, hipócritas, baba-ovos dos EUA. Então, quando a canalha os crítica recebam como um elogio.

Vejam se Temer e asseclas têm moral.

No Brasil recentemente sofremos um golpe de estado. Daqueles de arruinar a crença no ser humano. Tiraram uma presidenta honesta e colocaram um ladrão, um traidor. E sem o uso de armas, foi só “cós-cós-cós”. É difícil explicar. Mas foi isso que aconteceu. Agora somos “governados” por uma quadrilha de corruptos. Não há dia que não surja denúncias de bandidagens. O MIchel Temer, vice-presidente da república, traiu de forma vil a Dilma. Aquelas de dizer “até tu, Brutus”. O cara é inescrupuloso, se acha acima do bem e do mal, mas ele se esquece que ser bandido é uma coisa, ser traidor é outra totalmente diferente.

Ninguém gosta de traidores, admitem sua presença e seus maus hálitos até que completem o serviço sujo, depois… bem, a história conta o triste fim que tiveram os enganadores.

Se não sabem, aqui o golpe foi dado por uma súcia de vigaristas. Da pior espécie. E sabemos, cair no 171 é humilhante por si só. Mas não contentes em depor o governo legitimamente eleito, em retirar direitos, em acabar com a indústria nacional, em entregar nossas riquezas, em exterminar conquistas sociais eles nos esculacham.

O presidente traidor corrompe parlamentares na cara dura. Oferece banquetes na sede do governo. Segundo a imprensa, o traidor empenhou 17 bilhões de reais na compra de deputados para que votem contra a autorização da câmara para que o STF o processe por corrupção e diz que quem ganha com isso é o Brasil, tem cabimento?

Recebe criminosos na calada da noite. Faz conluiu com ministro do STF. Emplacou um seu ex-ministro da justiça no Supremo Tribunal Federal. Elevou um denunciado à condição de ministro de estado só para que este escapasse das garras da Lava Jato. E se dirige à mídia dizendo que nós compreendemos a situação, que da próxima vez irá trazer um puxador de aplausos e que a economia vai bem. É um desavergonhado.

Aqui no Brasil dizemos o seguinte: imagine se a Dilma fizesse isso, para contrapor o comportamento da população frente a esses descalabros e o que aconteceria se a mesma atitude tivesse partido do governo deposto, seria um Deus nos acuda.

Em 2015 o senador Aécio Neves, então presidente do PSDB, promoveu uma caravana para visitar a Venezuela. Conforme o mesmo o objetivo era denunciar as atrocidades cometidas pelo governo contra Leopoldo Lopez, líder da oposição ao presidente Maduro. E reclamou que foi hostilizado. Olhem só a qualidade moral dessa turma. Aécio Neves, Aloysio Nunes, Agripino Maia e Cássio Cunha Lima são acusados de corrupção. Aécio é o maior deles, gangster convicto foi pego em gravações falando sobre matar quem o delatasse e exigindo dinheiro do dono do maior frigorífico do Brasil, a JBS. Inconformado com a derrota sabotou Dilma Rousseff desde o primeiro dia. E voltaram cantando de galo, falando mal das autoridades venezuelanas. Chamá-los de cretinos, imbecis é pouco. Bandidos golpistas conspurcaram o solo de Simon Bolívar.

Os golpistas daqui trabalharam para que a Venezuela não assumisse a presidência do MERCOSUL. E conseguiram. Crápulas.

Então, povo da Venezuela, façam ouvidos de mercador. Não adianta esquentar a cabeça com gente de moral tão pequena. Sigam lutando. O Temer é seu inimigo. Se entregarem os pontos o resultado será muito pior.

Lula só será salvo do aniquilamento se houver eleições diretas.

Após a condenação sem provas do ex-presidente Lula o lorpa do Moro confisca seu dinheiro e bens, deixando-o à míngua.

Do jeito que foi feito o arresto aparentemente o “banestado” Moro se arrependeu da própria sentença e quis mostrar aos seus cupinchas que tem o que todos sabem que não tem: competência, coragem e equilíbrio.

Acontece muito com pessoas inexperientes ou maldosas. O sujeito realiza uma tarefa de forma atabalhoada, amadora e com displicência. Quando confrontado, percebe a “burrada”. Correndo, tenta concertar. Aí é tarde demais.

É o caso do mussolini de Curitiba. Como explicar que o “chefão da quadrilha”, maior corrupto surgido nos úlimos 500 anos pegou 9 anos, enquanto outros, tipo José Dirceu e o almirante Othon Luiz Pinheiro, tiveram penas bem maiores? A conta não fecha. A emenda ficou pior que o soneto.

Não importa o montante confiscado, a atitude do juíz fala por si só. É um chicaneiro, conforme Eugênio Aragão.

Bom, mas isso é discussão para juristas e homens da lei.

O que transparece para o cidadão comum é que os canalhas não descansarão enquanto não verem o Lula aniquilado. Não importando os meios utilizados.

O Estado, usurpado pela quadrilha, fez o que jamais poderia fazer: declarar guerra a um único cidadão.

A direitistas velhacos sabem que Luiz Inácio Lula da Silva é o úlimo obstáculo que os impede de assumir o comando definitivo da nação, de implantar o projeto ultra neoliberal. Ele é a consciência a persegui-los. E por isso desejam destruí-lo de modo definitivo. Preconceito, raiva, ódio acompanham cada gesto dos fascínoras.
Não estão conseguindo. Calcularam que seria fácil. Erraram, feio! Lula está vivo e forte. E cada vez mais líder nas pesquisas de intenção de votos. E o PT tem a preferência do eleitorado, para desespero dos fascistas.
Mas, sabem como é que é: “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”. Lula é o Lula porém as forças democráticas tem que apoiá-lo e protegê-lo neste momento de crise política, institucional.

E de que forma podemos ajudá-lo?

Saindo às ruas. Protestando. Não dando trégua ao golpismo. E, questão fundamental, exigindo eleições diretas. O mais rápido possível. O tempo é inimigo da democracia.

Pois, Lula eleito é garantia que as maldades impostas ao povo será desfeita. E não só isso, o ex-presidente terá 4 anos para “preparar” uma nova liderança ligada às esquerdas com reais chance de ganhar um futuro pleito eleitoral. Algo que, convenhamos, poucos podem conseguir.

Existem dois caminhos para as eleições. Via congresso ou STF.

Se for através do congresso este terá que aprovar uma PEC que permita eleições antecipadas.

E se for pelo Supremo este terá que julgar um mandado de segurança impetrado pela defesa de Dilma solicitando a anulação do impeachment e a consequente recondução dela ao poder. A Dilma Rousseff voltando terá que chamar imediatamente eleições, resguardando Lula do aniquilamento, e enquanto isso ela desmonta o projeto de entrega do país. Processa os golpistas. E restabelece o Estado de Direito.

Lembrando, os ataques que a população vêm sofrendo procedem de vários pontos então devemos também diversificar os embates.

É urgente gritar pela anulação do golpe, por diretas, exigir o julgamento do MS pelo STF e assinar a ação popular que pede a volta de Dilma ao cargo de presidenta. O Brasil é maior que qualquer picuinha.

Se desejamos evoluir como povo, não basta acabar com o golpe, temos que derrotar os golpistas.

Houve golpe de estado no Brasil. Não há como negar. E os poucos que ainda negam  se agarram ao discurso de  que  todos os trâmites constitucionais  foram seguidos à risca.

No entanto este derradeiro argumento desmorona como castelo de cartas quando verificamos que o motivo alegado para o “Impeachment” não passou de engodo retórico.

As tais “Pedaladas Fiscais”, que, segundo os golpistas, constituíram crime de responsabilidade fiscal, foram práticas comuns adotadas pelos governos  de Fernando Henrique Cardoso e de Lula. E nunca, nenhum deles teve suas contas reprovadas pelo TCU ou tiveram seu governo questionados sobre essa prática.

Então por que os usurpadores se agarraram à motivos tão rasos para perpetrar o golpe?

Porque encontraram pela frente uma pessoa extremamente honesta, corajosa, digna e ética. Que jamais compactuou com a corrupção ou se alinhou com os corruptos. Conclusão: não descobriram nada que a desabonasse.

E agora, o que fazer, pensaram? A solução encontrada foi armar um embuste. Montaram uma quadrilha para tanto.

A mídia detonou com a imagem da presidenta como política e como ser humano. A Globo plantou, regou, colheu e disseminou o ódio à Dilma, ao PT e ao Lula.

Aécio Neves, senador reempossado e conhecido bandido, não permitiu que ela governasse desde o primeiro dia do segundo mandato.

A câmara de deputados composta em sua maioria por conservadores, fundamentalistas e corruptos, presidida ainda pelo nefasto Eduardo Cunha paralisaram o governo com as tais “pautas-bombas”.

Com apoio da imprensa hegemônica, financiados pelo PSDB, DEM, PMDB, SD e grupos estrangeiros hordas de fascistas, tipo MBL, ganharam força e colocaram milhares de pessoas nas ruas.

Americanos, descontentes com a política de partilha do Pré-Sal, com os BRICS, com a mudança do centro da geopolítica, contribuíram para a derrubada da presidenta.

Por sua vez, a elite brasileira, tão egoísta e vaidosa, não engoliu nova derrota eleitoral, a quarta seguida. Entrou de cabeça no golpe.

O juiz Sérgio Moro e sua força tarefa azeitaram, com seus vazamentos seletivos e torturas, a engrenagem do conluio.

Michel Temer, o traidor, ficou com a incumbência de adotar medidas impopulares, depois do golpe concluído.

Destroi a previdência, a educação, a saúde, estatais e os programas sociais. Extingue com os direitos trabalhistas. O chefe do bando tem atualmente o pior índice de popularidade dos últimos 28 anos.

Mas o grande pecado da presidenta, conforme gravações e entrevistas, foi a de não ter estancado a sangria da “Lava Jato” e ter fechado o duto da propinagem.

Com forças poderosas a alveja-la diuturnamente e sem uma base sólida e disposta ao embate, sucumbiu frente aos bandidos.

O Brasil virou um caos.

Não existe mais Constituição. Pois a constituição cidadã de 1988 era um projeto de país de bem-estar social e não um conjunto de leis. E esse projeto está sendo desmontado pela canalha.

Quem está sofrendo com toda essa patifaria é a população. Somos nós que ficamos desempregados, sem amparo, sem perspectiva e sem futuro.

Diante deste quadro de atrocidades nos resta combater a fraude do impeachment. Derrotá-lo nas entranhas.

O Brasil tem histórico de golpes, é verdade. Mas também tem o histórico de NÃO combater os golpistas de modo veemente.

O Chile e a Argentina puniram de forma vigorosa os militares e civis que se aventuraram no golpismo. E o Brasil? Nada! Hipócritas de 64 se auto-anistiaram e tudo ficou numa boa.

Esperamos 24 anos por eleições diretas. Vamos fazer o mesmo novamente? Ou alguém acredita que os golpistas devolverão o poder aos progressistas apenas 2 anos depois de roubá-lo? Continuação do golpismo.

É importante anular o impeachment, reconduzir Dilma Rousseff ao poder e processar os golpistas. Dessa forma, e só dessa forma, cresceremos como nação. Voltaremos à normalidade democrática. Nós nos firmaremos como um povo. Povo brasileiro.

Temos que dar um basta nesta imoralidade. Onde já se viu uma coisa dessa, bandoleiros tiram uma pessoa ilibada, sem ter cometido crime algum, e assumem o governo? Não vamos lutar de maneira incisiva? Somos párias?

Não é naturalizando o golpe através de eleição que resolveremos este imbróglio. A quadrilha continuará solta. Maquinando novas “molecagens”. E o fantasma do golpismo continuará a assombrar futuros governantes. Esta é hora de dizer não aos oportunistas de esquerda e de direita.

O STF tem um pedido de Mandado de Segurança, impetrado pela defesa da presidenta Dilma. Os ministros têm que julgar o mérito do mandado. Os juízes podem reverter imediatamente esse estado de caos. São 11 cidadãos que têm a rara oportunidade de dar oportunidade ao país. A democracia agonizante necessita de 6 votos. Melhor do que 400 no congresso golpista, não é mesmo?

O Supremo se sujou com o golpe. Porém muito da má impressão que temos em relação ao tribunal vem do Ministro Gilmar Mendes. Que poderá ser defenestrado do cargo a qualquer momento.

Precisamos nos unir em torno da bandeira da Anulação e pressionar o STF.

São 54,5 milhões de pessoas assaltadas em seu voto. 200 milhões serão prejudicadas pelas medidas neoliberais do MT.

Se colocarmos um milhão de brasileiros nas ruas protestando e exigindo que o Supremo Tribunal Federal julgue o MS a situação poderá se reverter. As maldades do governo ilegítimo interrompidas. Depende apenas de nós.

Estamos fazendo um abaixo-assinado pedindo a recondução de Dilma Rousseff à presidência, já. Após a coleta de assinaturas, a ação será enviada ao Supremo Tribunal Federal.

Visite a página do Movimento Nacional pela Anulação do Impeachment no face e obtenha mais informações.

Juntos pela Anulação do Impeachment e a volta de Dilma ao poder.