Povo da Venezuela, Temer, o traidor, não tem moral nenhuma para censurá-los.

Povo Venezuelano, não leve em consideração o que este governo golpista brasileiro diz ou pensa sobre vocês. Não reconheceram a eleição para uma assembleia constituinte? Não faz mal, nossa CF é estuprada diuturnamente pelos golpistas. Não vale à pena a perda de uma noite de sono. O Brasil está a deriva. Sem rumo ou objetivo. O governo usurpador não é um governo nos moldes democráticos. Sem legitimidades eles se autoproclamam governo por, digamos, uma licença poética, pois na verdade o que temos aqui é um bando de criminosos dando ordens.

Muitos de nós não reconhecemos estes esbulhadores. Lutamos para restituir a democracia. A horda que se apropriou do poder é composta por seres abjetos. Não passam de uns vendidos, entreguistas, hipócritas, baba-ovos dos EUA. Então, quando a canalha os crítica recebam como um elogio.

Vejam se Temer e asseclas têm moral.

No Brasil recentemente sofremos um golpe de estado. Daqueles de arruinar a crença no ser humano. Tiraram uma presidenta honesta e colocaram um ladrão, um traidor. E sem o uso de armas, foi só “cós-cós-cós”. É difícil explicar. Mas foi isso que aconteceu. Agora somos “governados” por uma quadrilha de corruptos. Não há dia que não surja denúncias de bandidagens. O MIchel Temer, vice-presidente da república, traiu de forma vil a Dilma. Aquelas de dizer “até tu, Brutus”. O cara é inescrupuloso, se acha acima do bem e do mal, mas ele se esquece que ser bandido é uma coisa, ser traidor é outra totalmente diferente.

Ninguém gosta de traidores, admitem sua presença e seus maus hálitos até que completem o serviço sujo, depois… bem, a história conta o triste fim que tiveram os enganadores.

Se não sabem, aqui o golpe foi dado por uma súcia de vigaristas. Da pior espécie. E sabemos, cair no 171 é humilhante por si só. Mas não contentes em depor o governo legitimamente eleito, em retirar direitos, em acabar com a indústria nacional, em entregar nossas riquezas, em exterminar conquistas sociais eles nos esculacham.

O presidente traidor corrompe parlamentares na cara dura. Oferece banquetes na sede do governo. Segundo a imprensa, o traidor empenhou 17 bilhões de reais na compra de deputados para que votem contra a autorização da câmara para que o STF o processe por corrupção e diz que quem ganha com isso é o Brasil, tem cabimento?

Recebe criminosos na calada da noite. Faz conluiu com ministro do STF. Emplacou um seu ex-ministro da justiça no Supremo Tribunal Federal. Elevou um denunciado à condição de ministro de estado só para que este escapasse das garras da Lava Jato. E se dirige à mídia dizendo que nós compreendemos a situação, que da próxima vez irá trazer um puxador de aplausos e que a economia vai bem. É um desavergonhado.

Aqui no Brasil dizemos o seguinte: imagine se a Dilma fizesse isso, para contrapor o comportamento da população frente a esses descalabros e o que aconteceria se a mesma atitude tivesse partido do governo deposto, seria um Deus nos acuda.

Em 2015 o senador Aécio Neves, então presidente do PSDB, promoveu uma caravana para visitar a Venezuela. Conforme o mesmo o objetivo era denunciar as atrocidades cometidas pelo governo contra Leopoldo Lopez, líder da oposição ao presidente Maduro. E reclamou que foi hostilizado. Olhem só a qualidade moral dessa turma. Aécio Neves, Aloysio Nunes, Agripino Maia e Cássio Cunha Lima são acusados de corrupção. Aécio é o maior deles, gangster convicto foi pego em gravações falando sobre matar quem o delatasse e exigindo dinheiro do dono do maior frigorífico do Brasil, a JBS. Inconformado com a derrota sabotou Dilma Rousseff desde o primeiro dia. E voltaram cantando de galo, falando mal das autoridades venezuelanas. Chamá-los de cretinos, imbecis é pouco. Bandidos golpistas conspurcaram o solo de Simon Bolívar.

Os golpistas daqui trabalharam para que a Venezuela não assumisse a presidência do MERCOSUL. E conseguiram. Crápulas.

Então, povo da Venezuela, façam ouvidos de mercador. Não adianta esquentar a cabeça com gente de moral tão pequena. Sigam lutando. O Temer é seu inimigo. Se entregarem os pontos o resultado será muito pior.

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Aécio Neves e seu exército de Brancaleone, na Venezuela.

exercito-de-brancaleoneAécio Neves e seu exército de Brancaleone. Não tem como não compará-lo.

“O Exército de Brancaleone é considerado um clássico italiano, que retrata os costumes da cavalaria medieval através da comédia satírica. Na Itália recebeu prêmio de melhor fotografia, melhor figurino e melhor trilha sonora. É um filme inspirado em Dom Quixote, do espanhol Miguel de Cervantes. No enredo Brancaleone e seus homens enfrentam perigos como a peste negra, os sarracenos, os bizantinos e bárbaros, focalizando temas como as relações sociais do feudalismo …“ .

Tal como no filme, Aécio Neves, que tem atitudes de senhor feudal, maltrapilho  intelectual, lidera um grupo para livrar a  Venezuela do perigo “socialista” que assola o  “feudo”.  

O batalhão de Aécio/Brancaleone é composto pelos seguintes soldados:  Aloysio Nunes , Cassio Cunha Lima, José Agripino (DEM-RN), Ronaldo Caiado (DEM-GO), Ricardo Ferraço, José Medeiros (PPS-MT) e Sérgio Petecão (PSD-AC).

No filme os seguidores de Brancaleone são um bando  ladrões. Já os dos tucanos são… Bem, puxem a “capivara” dos principais componentes da turma do  Aécio/Brancaleone pelo sítio http://jornalggn.com.br/noticia/os-defensores-do-impeachment-na-operacao-puxando-a-capivara, e verão a lamentável coincidência.

Lá, na película, os personagens enfrentam diversos perigos, já a tropa do Aécio/Brancaleone os oponentes são: o bolivarianismo, o comunismo, o socialismo, a ditadura, os desmandos e toda “perrela” de estupidez que esses ignaros podem vomitar.

O filme é imperdível, já o besteirol aecista/psdbista/golpista/ tragicômico é esquecível, de tão  idiotamente triste que é.

Pergunto: como deixam esse “pleiboi” livre destilando e desfilando excrecências? Como o FHC/Serra/Alckmin/Renan permitem que esse sujeito envergonhe o congresso do país?

Certo é, que a cúpula dos tucanos desejam queimar essa patética figura do Neves, mas, por favor,  não coloquem na mesma fogueira o nome do Brasil. Já é suficiente que o Fernando Henrique Cardoso tenha esse comportamento destrutível.

O senador nunca disse ao que veio. Está sempre por aí a tecer o impeachment da Dilma.

Não se tocou, mas o neto do Tancredo perdeu grande oportunidade de continuar sua cruzada predatória quando o TCU deu prazo de 30 dias para que Dilma se manifeste e explique as contas de 2014. Poderia estar por aqui (aqui digo, praias do Rio de Janeiro) vociferarando seus excrementos pelo senado.

E, diferentemente do fim do filme, a turma de parlamentares saiu da Venezuela com o rabo entre as pernas. Reclamando de tudo e de todos.

A tentativa de criar casuísmo morreu na ignorância de seus mentores e componentes. Chegar e falar que Dilma sabia, só podia ter como nascedouro a mente doentia deste senador.

Faço pequena retificação: talvez a  melhor comparação, individual, do Aécio Neves seja com Barão de Munchausen, de tão lunático que é.  A diferença está na maldade, o Barão não tinha.

E lá está agora a presidenta a arrumar a “cagada” do bando Aécio/Brancaleone.

Aécio e turma não sejam, pelo menos, covardes.

Manifestações na Venezuela e no Brasil. O mesmo “modus operandi”.

democracia henfilOntem houve manifestações na capital de São Paulo. Ocorreu o de sempre. Black Blocs na frente,  manifestantes atrás .

Os primeiros com o mesmo lema: proteger e provocar.  Na somatória vandalizar.

O movimento “nãovaitercopa” saiu a propalar: investimentos em saúde, educação, segurança e não gastar  bilhões do dinheiro público em construções de  estádios. Para poucos se locupletarem.

Seria um debate excelente, se o ano fosse de 2005.

Não é gasto, é investimento. A visibilidade do Brasil. O turismo. A economia dinâmica. A inserção do país nos roteiros dos grandes eventos. Não só os esportivos. A imagem do brasileiro como um novo ator no cenário mundial. O retorno do dinheiro.

Por outro lado: O Brasil é um país pobre. Muitos problemas sociais e de infraestrutura que precisam de investimentos prioritários.  Não é o momento de gastar em obras faraônicas. A corrupção. A FIFA corrupta também e etc.

Talvez um plebiscito.

Houve chamamento para protestos nesse ano. Apareceram alguns poucos abnegados. O congresso pouco fez.

Porém , mesmo com o plebiscito e aprovação da realização da copa pela população nada impediria  que os insatisfeitos fizessem o que estão fazendo hoje.

“Nãovaitercopa” virou ameaça.  Terrorismo.

A esquerda nunca foi unida. A história garante.

A direita sempre usou a desunião ao seu favor. Truculentos que são, se esbaldam na falta de visão dos dirigentes de partidos progressistas.

O apressado come cru e quente, não é mesmo?

João Goulart se viu pressionado tanto pela direita como pela esquerda. Ficou isolado. E deu no que deu.

Estamos no mesmo momento.

 Os reais manifestantes deixaram o tal de sem partido e hastearam as bandeiras: PSTU, PSOL, UNE. E gritam e assanham e amedrontam as velhas senhoras de sempre.

Hermann Hesse, prêmio Nobel de literatura e guru do movimento hippies, disse: o burguês é acima de tudo um covarde, qualquer coisa chama a polícia. Ou as forças armadas.

Como recentemente fez  Ênio Mainardi. Pregando a volta dos militares ao poder: para por ordem no pardieiro.

Ele e o filho, Diogo Mainardi, são estereótipos perfeitos do burguês covarde.

O sonho dos conservadores nacionais é ver por aqui o que acontece lá, na Venezuela.  

Tentam reproduzir o cenário catastrófico (econômico e social) do país de Nicolás Maduro.  Apostando no medo da classe média e da elite. Usam o poder financeiro e a mídia para espalhar maldades e hecatombes.

A fim de lastrear o que digo, reproduzo parte do artigo de Ignácio Ramonet, diretor do jornal “Le Monde Diplomatique” em sua versão espanhola,  publicado pela Folha de S. Paulo, sábado, 22 de fevereiro.

Ramonet fez uma análise dos acontecimentos venezuelanos e a nova tentativa de golpe de estado. O “golpe lento”. E descreve o passo-a-passo do golpismo.  A técnica do Manual, golpista.

“… Apesar de se haver unido sob a liderança de Henrique Capriles, a oposição perdeu quatro eleições consecutivas. Diante desse fracasso, sua facção mais direitista, ligada aos Estados Unidos e liderada pelo golpista Leopoldo López, aposta agora em um “golpe de Estado lento”. E aplica as técnicas do manual quanto a isso.

Na primeira fase: 1. Criar descontentamento ao tirar do mercado produtos de primeira necessidade. 2. Fazer crer na “incompetência” do governo. 3. Fomentar manifestações de descontentamento. E 4. Intensificar a perseguição pela mídia.

A partir de 12 de fevereiro, os extremistas ingressaram na segunda fase: 1. Utilizar o descontentamento de um grupo social (uma minoria de estudantes) a fim de provocar protestos violentos e detenções. 2. Montar “manifestações de solidariedade” aos detidos. 3. Introduzir entre os manifestantes pistoleiros com a missão de provocar vítimas de ambos os lados (a análise balística determinou que os disparos que mataram o estudante Bassil Alejandro Dacosta e o chavista Juan Montoya, em 12 de fevereiro, em Caracas, foram feitos com a mesma arma, uma Glock calibre 9 mm). 4. Ampliar os protestos e seu nível de violência. 5. Redobrar a ofensiva da mídia, com apoio das redes sociais, contra a “repressão” do governo. 6. Conseguir que as “grandes instituições humanitárias” condenem o governo por “uso desmedido da violência”. 7. Conseguir que “governos amigos” façam “advertências” às autoridades locais”.

A esquerda e a direita estão usando desta mesma técnica.

No entanto o Brasil não é a Venezuela. A economia vai bem. Os programas sociais avançam. Lula teve melhor relacionamento com G. Bush do que com Obama. A única desavença foi com o caso de espionagem, governo Dilma.

Mas a direita tem a mesma cara, seja na Venezuela, Equador, Bolívia, Argentina. São antidemocráticos e inescrupulosos.

As manifestações são legítimas e benvindas. Tiram o país do marasmo.  Mexem com o governo. E promovem avanços democráticos.

Ameaçar com golpe é que é o grande problema.

STF e a constituição brasileira.

constiuticaoVamos ver. A república brasileira é constituída de três poderes equivalentes.  Segundo o artigo 2º da constituição: são poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.

Cada poder tem uma função específica.

Poder Executivo é o responsável pela execução das leis, pelo governo e administração dos negócios públicos.

O poder Judiciário tem a atribuição de julgar, aplicar as leis, garantir a execução das mesmas e reparar as relações jurídicas violadas.

Ao poder Legislativo  compete a elaboração de leis que estruturam o ordenamento jurídico do Estado e, ainda, modificá-las ou revogá-las.

E mais. Reproduzo abaixo outro artigo da constituição. Este versa sobre qual a instância responsável pela cassação de mandatos de deputados e senadores do congresso nacional.

Art. 55. Perderá o mandato o Deputado ou Senador:

I – que infringir qualquer das proibições estabelecidas no artigo anterior;

II – cujo procedimento for declarado incompatível com o decoro parlamentar;

III – que deixar de comparecer, em cada sessão legislativa, à terça parte das sessões ordinárias da Casa a que pertencer, salvo licença ou missão por esta autorizada;

IV – que perder ou tiver suspensos os direitos políticos;

V – quando o decretar a Justiça Eleitoral, nos casos previstos nesta Constituição;

VI – que sofrer condenação criminal em sentença transitada em julgado.

§ 1º – É incompatível com o decoro parlamentar, além dos casos definidos no regimento interno, o abuso das prerrogativas asseguradas a membro do Congresso Nacional ou a percepção de vantagens indevidas.

§ 2º – Nos casos dos incisos I, II e VI, a perda do mandato será decidida pela Câmara dos Deputados ou pelo Senado Federal, por voto secreto e maioria absoluta, mediante provocação da respectiva Mesa ou de partido político representado no Congresso Nacional, assegurada ampla defesa.

§ 3º – Nos casos previstos nos incisos III a V, a perda será declarada pela Mesa da Casa respectiva, de ofício ou mediante provocação de qualquer de seus membros, ou de partido político representado no Congresso Nacional, assegurada ampla defesa.

§ 4º A renúncia de parlamentar submetido a processo que vise ou possa levar à perda do mandato, nos termos deste artigo, terá seus efeitos suspensos até as deliberações finais de que tratam os §§ 2º e 3º. (Incluído pela Emenda Constitucional de Revisão nº 6, de 1994).

No§ 2º deste artigo 55 está bem claro a quem cabe decidir a perda do mandato. Certo? Ou restam dúvidas?

E no item VI vem escrito uma das condições para a perda do cargo. Se for transitado em julgado. Ou seja, ao condenado não cabe mais recurso. O que não é, ainda, o caso. Concordam?

Bem, o artigo 55 foi redigido de forma clara e concisa. O objetivo era não suscitar questionamentos.  E por quê? Para evitar futuras tentativas de golpe de estado e de intromissões em suas funções. Principalmente de outros poderes.

Então, porque o STF insiste em interferir no outro poder?  Por que ambiciona chamar para si a responsabilidade pela cassação? Será que o supremo deseja criar uma crise institucional? E se de deseja, qual a finalidade?  Por que a tentativa de rebaixar o congresso a menino de recado do judiciário?

Como disse o supremíssimo ex-ministro Ayres Brito: “se o judiciário não governa, impede o desgoverno”. Então, por que os juízes tentam provocar o desgoverno, solapando um dos alicerces da democracia? E justamente eles que tem a função de zelar pela aplicação da carta magna.

Na recente história brasileira houve caso dessa interferência e extrapolação de poder.

Em 1964. Após o golpe, o STF se pôs à disposição dos militares. Julgavam e cassavam mandatos de deputados. Querem repetir a doze? Estão saudosos da ditadura? Querem mais?

O Supremo está a mando de quem? Da constituição, como se pode notar, com certeza não é.  Porque se assim fosse, os ministros do Supremo não estariam nem cogitando a cassação.

Fernando Collor sofreu “impeachment” pelo congresso. E no STF foi inocentado. O legislativo não exigiu sua condenação. Os congressistas sabem a diferença entre julgamento político e julgamento jurídico. Algo que, pelo visto, Joaquim Barbosa, relator do processo, não sabe. Ou se sabe, faz vistas grossas.

Um golpe está sendo preparado. Dividir, desmoralizar, amedrontar e recrutar. Os poderosos sabotam o governo.

A elite, através da mídia, está cooptando a simpatia da população para sua causa. A quem já compre a informação veiculada sem ao menos questionar.

A liberdade de expressão por esses meios justificar suas mentiras e manipulações.

A Inglaterra e a Argentina estão tomando providências quanto a esses abusos. A esse poder paralelo. A midiocracia.

Marcos Valério de bandido comum é tratado pelo Estadão, pelo JN e pela Veja como o mais crível dos homens.

Roberto Jeferson, réu confesso, teve a menor pena entre os grandes.

Há muita coisa errada.

O presidente da câmara dos deputados, Marco Maia, tem que ser firme. Não pode permitir esse disparate por parte do judiciário. E deixar bem claro quais os motivos desse embate. Devemos sedimentar políticas democráticas. Evitar retrocesso no nosso Brasil. Lutar pelo estado de direito. Evitem que o STF rasgue a constituição. Muitos morreram pela liberdade.

Os moradores da casa grande brasileira não se conformam. Só espero que não façam o mesmo que “os ricaços” venezuelanos fizeram. Assistam a este vídeo abaixo. E vejam a que ponto pode chegar à oligarquia saudosa de um país. O desespero de quem não consegue vencer pela eleição. E não duvidem que isto possa ocorrer por aqui.

http://www.youtube.com/watch?v=r7GWIKLRPQQ